Brilhavam azuis no infinito junino de seu rosto santino
Dentes claros feito canjiquês de avó
Enfeitavam sua boca vermelha, cor de vinho quente
Seu vestido colorido, pingado de amarelo-curau
Adornado com fitas cor de milho verde
Pululavam ao vento feito pipocas na panela
Quando você corria atrás do bambalalão
Ai! Quisera eu desta quadrilha roubar-lhe a dança
Acender minha fogueira dentro do seu coração
E furtar-lhe do corpo o doce e picante quentão
Fazendo sumir o frio que ora balança minha bandeira de solidão

1 comentários:
minha querida,rosas e palavras sempre serão inumeros contos de todas as emoções e datas comemorativas. bjbjbjbjbj, te amo muito..Tante.
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