quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Só?!

Estar só, às vezes, é estar-se impregnado de si mesmo
Quando faz aquele barulhão por dentro
Que agente quer gritar até
Fazer aquela maldita voz se calar por inteiro.

E dai, o silêncio, que tal qual é solidão
Fica tão confortável
Que ouvir a voz do outro
Já nem faz mais tanta diferença assim.

E aí - ai, ai, ai
Ei-nos solitários novamente.


1 comentários:

Antonio Williton de Almeida disse...

Oi minha querida, o silêncio é um poeta sem palavras, mas com um valor duplo sempre, bjbjbjb, amo muito vcs.