sábado, 25 de fevereiro de 2012

Tempo, tempo, tempo...










No templo das horas
A imensidão do tempo
É um buraco negro engolindo
A saúde.

Batem os copos passados
E os corpos condensados
Se eximem de vida
E louvam a falta de ar
Num bar.

1 comentários:

Manuel Pintor disse...

vidas engolidas
no altar sem rumo
das horas passadas